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Marcos é um arquiteto que, quando estudante, escrevia nas paredes do quarto frases como Um homem deve carregar a própria mala e arrumar a própria cama. Ele mora em São Paulo, no mesmo prédio de outro Marcos, que é um ator famoso. Também têm em comum a presença de Carol. Psicóloga, ela é casada com o Marcos arquiteto e é a melhor amiga do Marcos ator, com quem dividiu uma adolescência intensa. Num começo de noite, os dois Marcos confidenciam para uma Carol cansada descobertas que haviam feito. Um diz a ela que tem superpoderes, é um super-homem, certeza que começou a se cristalizar depois que ele lançou o braço em direção a um suporte de escova de dentes e o viu cair, sem no entanto tocá- lo. O marido, desanimado, define-se como um não-homem, sem ter ainda muita clareza do que isso signifique. Em paralelo, cinco ótimos alunos do ensino médio que moram em bairros pobres do Rio de Janeiro realizam um roubo de fios de cobre no subsolo da cidade. Denominam-se Os Invisíveis e deslizam em seus skates, gírias, raivas e sonhos pelas ruas da cidade. Experiências cotidianas tão díspares vividas em metrópoles. A realidade e a realidade virtual de um videogame com seu avatar impossível de ser derrotado. A memória de acontecimentos na distante Índia, que não se sabe se inventados ou reais, mas de qualquer maneira vividos.
Super-homem, não-homem, Carol e os invisíveis
Autor: Carlos Eduardo de Magalhães
Carlos Eduardo de Magalhães nasceu em São Paulo em 1967. De 1993 a 1998 foi sócio de um bar-livraria, o que lhe permitiu dar expediente à noite e escrever de dia. Esteve como escritor convidado nas residências de escritores The Ledig House (Estados Unidos, set/out 2005), The Sangam House (Índia, jan/fev 2010) e Chennai Mathematical Institute (Índia, jan/fev 2017). Seus romances Petrolina (2017), Super-homem, Não-homem, Carol e Os Invisíveis (2015) e Os jacarés (2001) foram selecionados como obras de literatura pelo FNDE e, juntos, venderam 120.000 exemplares, escolhidos por professores e diretores de escolas públicas de todo o Brasil. É, ainda, autor dos romances Das coisas definitivas (2023), Trova (2013) e Pitanga (2008), entre outros. Desde 2008 trabalha também como editor.