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A pedra de toque

R$ 23,90
SKU: 9788561578527
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    Stephen Glennard é um jovem advogado que se muda de uma pequena cidade do interior para Nova York para trabalhar. Deixa em sua cidade natal Margaret Aubyn, uma mulher apaixonada por ele que lhe escreve cartas com regularidade. Margaret se torna uma escritora muito famosa e vai viver em Londres, morrendo alguns anos depois. Mas Margaret Aubyn, a quem Stephen foi incapaz de amar, é um tempo passado. Sua vida agora é o escritório de advocacia que não deslancha, a penúria financeira, a bela Alexa Trent, a quem corteja embora não se veja em condições de prover a ela uma vida com o conforto que desejam. Quando uma tia propõe que Alexa passe dois anos na Europa, Stephen, na iminência de perdê-la, decide levantar dinheiro com um bem precioso que possui: as cartas que Margaret Aubyn lhe enviou por anos. Ele não tem muita noção do valor e da repercussão que as cartas terão, nem do custo pessoal com que terá de arcar. Pedra de toque, segundo o dicionário Houaiss, se refere à jaspe negro, basalto ou quartzo negro polido, usado antigamente para avaliar a pureza de uma liga metálica ou verificar a pureza do ouro e da prata; e também significa teste ou critério para determinar a qualidade ou a genuinidade de algo.

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    Edith Wharton, nasceu Edith Newbold Jones em 1862, em Nova York. De família muito rica, passou parte da infância em viagens pela Europa, estudando com professores particulares. Em 1882, casou-se com Edward R. Wharton, de quem viria a se divorciar em 1910. Até se casar, foi desencorajada a escrever pela mãe, que a proibia de ler literatura contemporânea. Seus primeiros poemas foram publicados na Scribner’s Magazine em 1889 e sua primeira novela, A pedra de toque, em 1900. Seu trabalho literário traz olhar acurado para a alta sociedade, que conhecia bem. Autora de mais de 40 livros, incluindo livros de design, uma de suas paixões, Edith Wharton foi a primeira mulher a ganhar o prêmio Pulitzer de literatura, em 1921, pelo romance A época da inocência. Foi amiga e interlocutora de escritres como Henry James e André Gide. Mudou-se definitivamente para França em 1910, onde morreria em 1937.

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